Professor de jiu-jítsu preso por crimes sexuais, Melqui Galvão é flagrado com celular na cueca em presídio de SP

  • 14/07/2026
(Foto: Reprodução)
Melqui Galvão Reprodução O professor de jiu-jítsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, conhecido como Melqui Galvão, preso preventivamente sob acusação de estupro e outros crimes sexuais, foi flagrado com um celular escondido na cueca durante uma vistoria realizada pela Corregedoria Geral da Polícia Civil no Presídio da Polícia Civil (PEPC), em Santana, na Zona Norte de São Paulo. A fiscalização foi feita no dia 25 de junho após denúncias anônimas sobre a presença de aparelhos dentro da unidade prisional. Segundo o registro da ocorrência, agentes da Corregedoria, com apoio da Chefia dos Investigadores, realizaram revistas nas celas e nos detentos. Durante a ação, Melqui Galvão foi submetido a uma revista pessoal. De acordo com o documento, os agentes encontraram um celular Motorola azul, com capa transparente, escondido nas roupas íntimas do preso. O aparelho foi apreendido. A vistoria também achou celulares e acessórios com outros presos. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que, após denúncia sobre a utilização irregular de celulares no Presídio Especial da Polícia Civil, agentes da Corregedoria realizaram diligências no dia 25 de junho e apreenderam cinco aparelhos com custodiados. Segundo a pasta, a Corregedoria da Polícia Civil instaurou inquérito policial, procedimento correcional e procedimento disciplinar interno (PDI) para investigar os fatos, identificar e responsabilizar os envolvidos. Ainda de acordo com a SSP, o PDI, no âmbito do Presídio da Polícia Civil, apura eventual falta disciplinar decorrente do descumprimento dos deveres previstos na Lei de Execução Penal e de condutas incompatíveis com a disciplina e a ordem no ambiente prisional. A secretaria afirmou ainda que a Polícia Civil não compactua com desvios de conduta e que pune com rigor todas as irregularidades identificadas. Chega a 9 o número de vítimas do lutador Melqui Galvão Apreensões em presídio de Santana No início de fevereiro de 2025, uma força-tarefa que investigava o assassinato do delator do PCC Vinicius Gritzbach encontrou 23 celulares e outros objetos proibidos nas celas de policiais civis denunciados por corrupção no caso. Os aparelhos e demais itens foram achados também no Presídio da Polícia Civil, na Zona Norte de São Paulo. A ação foi feita pelo Ministério Público (MP) e pela Corregedoria da Polícia Civil nos desdobramentos da investigação sobre a execução de Gritzbach. Após investigação, a Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo afastou o diretor do presídio da instituição. Guilherme Solano era diretor do Presídio da Polícia Civil, quando promotores do Ministério Público (MP) e delegados da Corregedoria checaram a denúncia de que agentes presos usavam os aparelhos para se comunicarem com outras pessoas do lado de fora da prisão.

FONTE: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/07/14/professor-de-jiu-jitsu-preso-por-crimes-sexuais-melqui-galvao-e-flagrado-com-celular-na-cueca-em-presidio-de-sp.ghtml


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